sexta-feira, 1 de abril de 2011

Nem Tudo é Emoção


Nem tudo que se decide é pura razão, há sempre um pouco da emoção presente em nossas decisões. Por menor que seja, a emoção está sempre presente.
Não é de hoje que se escuta: “siga o seu coração” Seguir o coração é seguir o improvável, o imponderável, o incalculável. Seguir somente o coração é tatear no escuro, é tentar caminhar sobre uma delicada porcelana com coturnos. Assim, a emoção nos guia para um prazer momentâneo que pode trazer conseqüências para o resto da vida.
Oposto ao que disse antes, o certo seria usar a razão, isto é, a nossa capacidade de pensar para decidir a vida. Saber fazer ponderações, calcular e ver o que é mais provável e melhor para viver. Assim deveria caminhar a humanidade, se utilizando de sua capacidade de pensar, certamente haveria menos sofrimento no planeta.
Entretanto, um mundo só de razão ou só de emoção seria enfadonho. Uma é o complemento da outra. A razão é o que possibilita entender melhor as emoções. E a emoção é o que permite um julgamento mais sensato e humano nas maiorias das vezes. Senão será apenas uma máquina que julga conforme o programado.
Por fim, a emoção e a razão são complementares. Uma precisa da outra para existir. Viver só de emoção é perigoso, como também é perigoso viver só da razão.